Igreja Presbiteriana da Tijuca

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A Mão do Senhor

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A MÃO DO SENHOR

“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir” (Isaías 59. 1)

A MÃO DO SENHOR

Certa mulher aguardava o seu marido que acabara de entrar na sala de emergência do hospital, reclamando de fortes dores abdominais.

Após algumas horas o médico lhe disse que a situação do seu marido era estável. Mas ele precisava ser removido para um hospital mais equipado para receber um tratamento melhor. O hospital ficava em uma cidade distante.

Embora a mulher soubesse que o seu marido teria uma boa assistência, ela estava triste por não poder ficar ao seu lado devido à distância.

Ela não poderia visitar seu marido todos os dias. Muito triste, ela voltou para casa. Sua amiga foi visitá-la.

Ela chorou muito e falou sobre a saúde do marido e a angústia de não poder estar ao seu lado.

A amiga começou a orar: “Senhor! Nossas mãos não podem alcançá-lo no hospital, mas a Tua mão pode. Tua mão não está encolhida. Ela pode alcançá-lo onde ele estiver”.

“Nós vamos descansar em Ti, na certeza de que Tu estás confortando-o em nosso lugar”.

Após a oração a mulher sentiu-se mais calma.

Sua amiga a fez lembrar que a mão do Senhor não sofre as limitações humanas como distância, velhice e doença.

Naquela noite ela dormiu confiante que Deus estava cuidando de seu marido.

Agora ela sabia que Deus estava no controle de todas as coisas.

Sentimos paz quando oramos ao Senhor e admitimos que existem coisas que não podemos realizar. Vencemos a angústia e a confusão.

Aceitamos a vontade soberana de Deus. Deixamos Deus resolver os problemas que não podemos resolver.

Nossos problemas deixam de ser nossos e passam a ser de Deus.

A Bíblia diz:

Números 11. 23


23
Porém o Senhor respondeu a Moisés: Ter-se-ia encurtado a mão do Senhor? Agora mesmo verás se te cumprirá ou não a minha palavra!

Deuteronômio 7. 19

19
Das grandes provas que viram os teus olhos, e dos sinais, e maravilhas, e mão poderosa, e braço estendido, com que o Senhor teu Deus te tirou: assim fará o Senhor teu Deus com todos os povos, aos quais temes.

Salmo 44. 3

Não foi por sua espada que possuíram a terra, nem foi o seu braço que lhes deu vitória, e, sim, a tua destra, e o teu braço, e o fulgor do teu rosto, porque te agradaste deles.

Jeremias 27. 5
Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, com o meu grande poder e com o meu braço estendido, e a dou àquele a quem for justo.

Salmo 90. 13
O teu braço é armado de poder, forte é a tua mão, e elevada a tua destra.

Às vezes queremos carregar o mundo em nossos ombros. Queremos resolver tudo sozinhos.

Não confiamos no Senhor Jesus.

Não entregamos nosso problema ao Senhor Jesus.

Não colocamos nosso fardo ao pé da cruz.

Situações típicas:


Um parente que está distante e passa por dificuldades, mas você não pode ajudá-lo. Sua família não anda bem. Seu filho está rebelde. Você está desempregado. Sua empresa está falindo. Há alguém que você ama e você quer que seja alcançado pela Mão de Deus.

O que fazer?


Entregue o seu problema ao Senhor e confie nEle. Ele dará a solução de acordo com Seu plano perfeito. Deus pode fazer o que você não pode.

Em qualquer situação, a mão do Senhor estará estendida em sua direção. Basta orar.

Lucas 18. 1

1 Jesus contou aos discípulos uma parábola para mostrar-lhes que deviam orar sempre e nunca desanimar.

George Muller (1805-1898) foi um cristão vitoriano e reformador social. Era um homem que orava muito. Ele conta em seu diário uma história a respeito de uma oração persistente.

Em novembro de 1844 ele começou a orar pela conversão de cinco pessoas.

Orava todos os dias sem cessar, com saúde ou doente, em terra ou mar, e em meio a quaisquer pressões que estivesse enfrentando.

Demorou 18 anos até que o primeiro dos cinco se convertesse. Agradeceu a Deus e continuou orando pelos outros.

Cinco anos depois, o segundo se converteu. Agradeceu a Deus pelo segundo e continuou orando pelos outros três.

Continuava a orar por eles, dia após dia, e seis anos depois o terceiro se converteu. Agradeceu a Deus pelo terceiro e continuou orando pelos outros dois.

Esses dois não se converteram.

Trinta e seis anos mais tarde, os outros dois, filhos de uns amigos, ainda não haviam se convertido.

Escreveu assim: “Espero em Deus, continuo a orar e buscar uma resposta. Não se converteram ainda, mas se converterão”.

Em 1897, cinqüenta e dois anos depois que começou a orar diariamente, sem interrupções, eles finalmente se converteram, mas após a morte do amigo!

Não desista de orar!
A mão do Senhor está sobre você.

Reverendo Eurípedes da Conceição
Pastor Efetivo

 

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